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	<title>Loja Host - Soluções Web - Blog</title>
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		<title>O que acontece quando os servidores responsáveis por sites .br saem do ar</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 01:45:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ficar com o site fora do ar é um dos maiores prejuízos que um webmaster pode ter. A maioria das vezes este problema acontece quando os servidores da empresa que fornece a sua hospedagem de site saem do ar. Porém, nesta última semana algo incomum ocorreu. Metade dos servidores responsáveis pelo conteúdo dos sites com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar com o site fora do ar é um dos maiores prejuízos que um  webmaster pode ter. A maioria das vezes este problema acontece quando os  servidores da empresa que fornece a sua hospedagem de site saem do ar.  Porém, nesta última semana algo incomum ocorreu. Metade dos servidores  responsáveis pelo conteúdo dos sites com domínio no Brasil ficou  inoperante. Como é uma situação atípica, muitos administradores de sites  ficaram preocupados. Mas nenhum grande impacto foi percebido.</p>
<p>A situação que estamos descrevendo aconteceu no dia 06/05. Três dos  seis servidores que são utilizado no sistema raiz da internet brasileira  ficaram fora do ar. Os servidores são responsáveis por traduzir todos  os endereços da web com final .br. Ou seja, eles são essenciais para o  acesso destes sites. A consequência inicial desta falha foi o  congestionamento de sites nacionais, já que todo o tráfego ficou por  conta de metade dos servidores.</p>
<p>O problema aconteceu durante uma atualização da configuração por  parte dos clusters (conjunto de computadores) de metade dos servidores  responsáveis pelo número de protocolo dos sites brasileiros. Por  precaução, estas máquinas foram tiradas do ar. Inicialmente por cinco  minutos. Depois o período foi estendido para duas horas. Não se sabe o  impacto real dos problemas nos sites brasileiros, mas acredita que cerca  de 10% das operações tiveram este problema.</p>
<p>Vamos explicar como funcionam os servidores nacionais: sempre quando  você quer fazer uma página da internet é obrigada a registrar o domínio  no site <a href="http://registro.br/">http://registro.br</a>. O nome do seu site é chamado de DNS (<em>Domain Name System</em> – Sistema de Nomes de Domínios). O serviço dos servidores é traduzir o  endereço IP em endereço DNS (no caso só se o site tiver o final .br).  Trocando em miúdos, trata-se de transformar um monte de números em um  nome que faça sentido para quem acessa.</p>
<p>Um problema nos servidores “raiz” da rede nacional pode ocasionar, na  pior das hipóteses, a retirada do ar de todos os sites com domínios  brasileiros. Isto aconteceria se todas as máquinas tivessem problemas.  No caso do dia 5 de maio, os servidores que permaneceram ligados deram  conta do tráfego. Foi preciso para alguns administradores de sites mexer  na configuração do cache de suas páginas. Por isso, apesar da 50% de  falha do sistema nacional, apenas 10% apresentaram problemas.</p>
<p>Os servidores que falharam estão localizados na cidade de Barueri no  datacenter da empresa Terramark. A empresa opera no Brasil desde 2004 e  faz o mesmo tipo de trabalho outros países. É raríssimo acontecer este  tipo de problemas em servidores nacionais, mas estas falhas sempre  levantam o sinal amarelo para quem administra sites. Como foi dito no  início desta postagem, um dos maiores pesadelos dos webmasters é ter a  página de internet fora do ar.</p>
<div><a href="http://dicasdehospedagem.com/ranking-melhores-empresas-de-hospedagem-de-sites-brasil/" target="_blank"><br />
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		<title>Algumas lendas sobre a computação em nuvem</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 01:44:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos assuntos mais falados em relação a armazenamento de dados é com certeza o cloud computing ou computação em nuvem . Alguns tratam esta forma de banco de dados como uma tendência no mundo do TI. Porém, ainda há algumas controvérsias. Um dos motivos pode ser as inúmeras lendas criadas em relação a atividade. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos assuntos mais falados em relação a armazenamento de dados é com certeza o <strong>cloud computing ou computação em nuvem .</strong> Alguns tratam esta forma de banco de dados como uma tendência no mundo  do TI. Porém, ainda há algumas controvérsias. Um dos motivos pode ser as inúmeras lendas criadas em relação a atividade. Hoje nós vamos mostrar algumas delas para você.</p>
<p>Entre as vantagens que foram apresentadas em relação ao modelo de  cloud computing está a diminuição da complexidade dos dados, a economia  com equipamento de hardware e que se trata de um modelo flexível. Por  outro lado, há mitos que ainda fazem alguns usuários terem medo da  computação em nuvem: que é insegura, é simples demais, que não é  utilizado por sistemas centrais e que tem custo menor. Vamos  desmitificar cada um destes elementos agora:</p>
<p><strong>O sistema de computação em nuvem não é seguro:</strong> A primeira sensação que se tem ao se falar de um sistema que foge ao  controle dos usuários é que há muitos riscos. Afinal, trata-se de dados  guardados na “nuvem” da internet e bem longe fisicamente das pessoas que  estão cuidando deles. Mas não é bem assim. Apesar desta sensação de  insegurança, o cloud computing é tão ou mais seguro do que o sistema  tradicional de banco de dados. O que é preciso é sempre testar e revisar  se está tudo ok.</p>
<p><strong>O cloud computing é um sistema simples e rápido: </strong>Uma  das maiores vantagens apresentadas em relação a computação em nuvem é  que se trata de um sistema que apresenta simplicidade e rapidez. Porém,  na prática se vê que é tão complexo como o sistema tradicional. Exige  cuidado e principalmente conhecimento necessário para conseguir mexer.  Só a transferência de sistemas (do atual para a nuvem) já exige um  trabalho. Por isso, não ache que é tão mais simples assim.</p>
<p><strong>Só pode ser usado em sistemas que não são centrais: </strong>Este  é outro fator que causa desconfiança em relação ao cloud computing.  Devido a “simplicidade” e “insegurança” atribuídas ao modelo, muitos  acreditam que não podem ser usado em sistemas centrais de informação.  Não é verdade. Apesar de que poucas empresas armazenam os dados na nuvem  por enquanto. Mas devemos esperar para ver as tendências futuras.</p>
<p><strong>O modelo é sempre o mais barato: </strong>A  redução de custos em hardware ocasionada pelo Cloud Computing dá a  impressão de que o modelo é mais barato. Não deixa de ser mentira. Mas  por enquanto só está valendo para grandes corporações. O preço  proibitivo da hospedagem em nuvem tem espantado os usuários. Não dá para  saber qual sistema é o mais barato. Por isso, deve-se avaliar caso a  caso e aí sim ver qual modelo de banco de dados é melhor. Pelo menos por  enquanto.</p>
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		<title>Problema na rede da Sony: um ponto a menos para a computação em nuvem</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 01:43:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos assuntos mais falados dos últimos dias foi a invasão de hackers na PSN (PlayStation Network). O resultado do problema foi o roubo dos dados de mais 100 milhões de usuários no mundo. Além disso, o ataque a rede da Sony levantou muitas dúvidas em relação a segurança do cloud computing. Isto aconteceu pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos assuntos mais falados dos últimos dias foi a invasão de  hackers na PSN (PlayStation Network). O resultado do problema foi o  roubo dos dados de mais 100 milhões de usuários no mundo. Além disso, o  ataque a rede da Sony levantou muitas dúvidas em relação a segurança do  cloud computing. Isto aconteceu pouco tempo após a declaração de que a computação em nuvem iria permanecer estável este ano.</p>
<p>Para quem ainda não sabe, a PSN é a rede online na qual os usuários  de Playstation 3 e PSP jogam online. Muitos dos dados dos usuários são  utilizados na rede, como por exemplo o nome completo, endereço e número  do cartão de crédito. A invasão hacker no servidor da Sony expôs todos  os dados de quem utiliza os serviços. O assunto teve tanta repercussão  que acabou virando um dos tópicos mais comentados na internet,  especialmente no Twitter.</p>
<p>Os problemas não causaram apenas descrédito e prejuízos para a Sony. O  sistema de computação em nuvem também perdeu após a invasão dos dados  do PSN. Como trata-se do sistema utilizado para o armazenamento de dados  dos servidores da rede, o mundo passou a crer que realmente o cloud  computing ainda precisa de uns ajustes em relação a segurança. Algumas  empresas já estão repensando nos planos de migrar totalmente para o  sistema, que era considerado tendência pelos especialistas.</p>
<p>A insegurança era uma delas. Os problemas causados na semana passada só  ajudaram a reforçar a crença de que se trata de um sistema inseguro. As  ações das empresas que trabalham com computação em nuvem mostraram bem  este panorama negativo. Na semana da invasão dos hackers, os títulos das  empresas que trabalham unicamente com o sistema caíram cerca de 3%.</p>
<p>A tensão é evidente e só tem piorado com o mistério de como foi feita  a invasão. Para alguns especialistas, o que ocorreu com a Sony pode  ocorrer com qualquer rede em cloud computing. Se não houver melhoras no  sistema, ele pode deixar de evoluir. Mais do que nunca será preciso  conhecer bem como é o sistema de segurança da empresa que trabalha com  armazenamento de dados em nuvem.</p>
<p>A incerteza tem tomado conta do Cloud computing. Muitas vantagens  como economia de hardware e tecnologia que não agride a natureza tem  sido trunfos para o tipo de sistema. Por outro lado, casos como este  acabam mostrando que ainda há o que evoluir em segurança. Dá para se  enxergar três consequências do que aconteceu: 1) o preço do serviço pode  sofrer uma queda; 2) as empresas vão ter que investir mais ainda em  segurança e 3) se nada for feito, pode ser o fim do Cloud computing, ao  menos da forma como o conhecemos –  é chegada a hora da geração 2.0 da  computação e armazenamento em nuvem.</p>
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		<title>O Blogger pode ser usado como CMS?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 01:41:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Apesar do WordPress mostrar toda a sua qualidade como CMS e plataforma de blog com certeza o serviço que mais hospeda blogs no mundo é o Blogger (ou Blogspot). Os motivos são muitos para a popularização deste sistema: o primeiro é que pertence ao Google, o que significa muita força para a ferramenta, foi um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do WordPress mostrar toda a sua qualidade como CMS e plataforma de blog com certeza o serviço que mais hospeda blogs no mundo é o Blogger (ou  Blogspot). Os motivos são muitos para a popularização deste sistema: o  primeiro é que pertence ao Google, o que significa muita força para a  ferramenta, foi um dos pioneiros em hospedar blogs, mas com certeza o  maior trunfo do Blogger é a facilidade em usar.</p>
<p>O sistema de gerenciamento do Blogger espanta de tão simples que é.  Mesmo quem não tem muita habilidade de trabalhar com administração de  blogs aprende facilmente ao mexer nas ferramentas mais simples do  Blogger. O resultado disto tudo é que há milhares de conteúdos  hospedados em endereços do tipo seublog.blogspot.com. Mas e quando você  resolve começar a usar um site com domínio próprio, vale a pena  continuar com o Blogger?</p>
<p>Não é difícil ver sites com domínio .com ou .com.br que utilizam o  Blogger como CMS. Isto acontece normalmente em situações como a parecida  com a que eu vou narrar: o sujeito começar uma empresa pequena e não  quer saber de pagar hospedagem.  Então ele descobre o Blogger, que é totalmente gratuito (ao contrário  da plataforma blog do WordPress) e em português. Hospeda um blog, gosta  da administração, a empresa cresce e chega a hora de contratar um serviço de hospedagem.</p>
<p>Continuando a história, o sujeito pensa em não trocar de CMS. O  conteúdo está todo formatado no sistema Blogger e além de tudo ele não  pensa em mudanças. Dá para fazer isto? Como se pode ver em diversos  sites na internet, dá sim. Mas usar a plataforma do Blogspot como CMS  gera muitas polêmicas. E a maioria das opiniões é negativa. A falta de  plugins relacionados a SEO, a própria colocação de CSS do site e as  limitações de ferramentas são alguns dos motivos que conspiram contra o  seu uso.</p>
<p>Comparando com o WordPress, o Blogger não tem quase nada de plugins. Principalmente em relação a SEO. Em relação a interface, o Blogspot também é muito mais limitado do que outros CMS como por exemplo o Joomla (veja um pouco sobre o Joomla nesta postagem). Para e-commerces nem há como pensar em usar o Blogger.</p>
<p>Outro problema é em relação a hospedagem do Blogger. Nem todos os serviços de hospedagem de sites aceitam o uso dele como CMS. A única vantagem de se usar o Blogger como  CMS é por causa da facilidade. Então a única hipótese que temos chances  de usar o Blogger como CMS é se não temos muita familiaridade com  ferramentas de administração de site, temos muito conteúdo e não temos  tanta pretensão de crescer. Mesmo com estas hipóteses, ainda é bom  pensar duas vezes.</p>
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		<title>Como os Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo (CMS) afetam Web Designers</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 21:40:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Content Management Systems (CMS) estão em constante crescimento na internet. Elas permitem que uma grande quantidade de armazenamento somada à alta capacidade de customização e funcionalidade. CMS é o próximo passo na independência entre design e estrutura. O sistema começou com Cascading Style Sheets (CSS). Nos próximos anos, bilhões de dólares deverão ser gastos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Content Management Systems (CMS) estão em constante crescimento na  internet. Elas permitem que uma grande quantidade de armazenamento  somada à alta capacidade de customização e funcionalidade. CMS é o  próximo passo na independência entre design e estrutura. O sistema  começou com Cascading Style Sheets (CSS). Nos próximos anos, bilhões de  dólares deverão ser gastos na implementação do CMS em empresas.</p>
<p><strong>Alta Capacidade de Personalização</strong></p>
<p>Os Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo estão disponíveis de  diversas formas, dependendo da necessidade do negócio. O preço vai de  muito caro (em milhões) até o open-source. Seja como for, todos eles são  baseados na idéia de que o gerenciamento de conteúdo serve para  permitir que os webdesigners se concentrem justamente no design.</p>
<p><strong>CMS Workflow</strong></p>
<p>O fluxo de trabalho de gerenciamento de conteúdo típico de um  webdesigner consiste simplesmente em haver um espaço hábil para criações  em que o desenvolvedor se sinta confortávem em trabalhar. Uma vez que o  trabalho é concluído, ele é enviado para o servidor. Se houver  problemas, as notas são enviadas de volta ao ambiente de gerenciamento  de conteúdo. De forma análoga, do lado de conteúdo, o mesmo processo  ocorre. No final, há controles rígidos para evitar problemas e garantir  que o trabalho vai para o servidor.</p>
<p><strong>Web Designers e especialistas de conteúdos</strong></p>
<p>Designers têm a liberdade de se especializar dentro do ambiente de  gerenciamento de conteúdo. Da mesma forma que profissionais de conteúdo  adicionam sites em uma plataforma WYSIWYG, os designers fazem o que  fazem de melhor: design. Especialistas de conteúdo podem adicionar o  conteúdo de uma forma simplificada, não necessitando utilizar o  FrontPage ou outros programas de criação.</p>
<p>A boa notícia para os designers é que o CMS remove a maior parte das  tarefas que não lhe dizem respeito (tudo o que não tem a ver com  design). Assim, os designers podem gastar seu tempo construindo modelos  para várias partes do site. Devido ao ambiente ser baseado em modelo de  CMS, as mudanças podem ser feitas e vistas por usuários finais quase que  instantaneamente. Todas as mudanças passam pelo processo de fluxo de  trabalho típico e terminam em uma publicação. Para quem não tem um  designer trabalhando 100%, há a alternativa de comprar templates  prontos. Uma dica é o ElegantThemes.</p>
<p>Os CMSs foram construídos para tornar a vida de todos mais fácil.  Designers e especialistas em conteúdo têm agora a capacidade de se  concentrar em sua especialização e não ter que se preocupar com o que  não agrega valor. Isso aumenta a produtividade. Como os sistemas de  gerenciamento de conteúdo se tornam cada vez mais fáceis de usar, o  resultado será uma melhor experiência para o usuário final e,  consequentemente, mais lucro ao seu negócio.</p>
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		<title>As vantagens do servidor dedicado</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 21:39:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Hospedagem Dedicada é um dos mais caros tipos de hospedagem de alto desempenho que há no mercado, e tem uma reputação de ser uma solução ideal para pequenos e grandes negócios on-line também. A flexibilidade e o poder que você tem com um plano de hospedagem dedicada é sem precedentes por outros tipos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Hospedagem Dedicada é um dos mais caros tipos de hospedagem de alto  desempenho que há no mercado, e tem uma reputação de ser uma solução  ideal para pequenos e grandes negócios on-line também. A flexibilidade e  o poder que você tem com um plano de hospedagem dedicada é sem  precedentes por outros tipos de hospedagem, e embora o custos seja  significativamente superior, empresas de hospedagem não necessitam que  você pague para o serviço com antecedência, ao contrário dos planos de  hospedagem compartilhada, que exigem pagamentos anuais.</p>
<p>Assim, contrariamente à crença popular, o custo inicial de um plano  de hospedagem dedicada é muitas vezes apenas um pouco mais do que o de  hospedagem compartilhada, dependendo se há ou não taxas de instalação.</p>
<p>Se você está com dificuldades em decidir se hospedagem dedicada é  digna de despesa adicional mensal, os seguintes recursos exclusivos  podem ajudá-lo a decidir.<br />
<strong>Desenvolvimento de Software e Utilização</strong></p>
<p>Muitos desenvolvedores e webmasters usam hospedagem dedicada  especificamente pelo controle e flexibilidade dos recursos do servidor,  pois, ao contrário de outros planos de hospedagem, a dedicada dá a  liberdade de ajustar a configuração do software do servidor. Isto  significa que você pode instalar softwares proprietários que ajudam a  automatizar tarefas, incluindo as referentes à  Search Engine  Optimization (SEO). Apesar de as hospedagens VPS também lhe darem essa  liberdade em alguns casos, as partições do servidor virtual privado não  são tão poderosos como um servidor dedicado. Devido a essa liberdade e  flexibilidade, servidores dedicados são a melhor escolha de hospedagem  para desenvolvedores de software e especialistas em SEO.</p>
<p><strong>Construindo uma grande quantidade de sites</strong></p>
<p>Se você está planejando a construção de um enorme império de sites  que podem ser operados no mesmo painel de controle de hospedagem, então  você deve considerar os benefícios do hosting dedicado. Servidores  dedicados são capazes de hospedar centenas de sites ao mesmo tempo sem  problemas, especialmente se você selecionar um plano premium.<br />
Se você quiser expansão de espaço infinita e uma estrutura de pagamento  flexíveis, você deve optar por hospedagem na nuvem, mas se você quiser  despesas mensais de “estáveis” e capacidades previsíveis de servidor,  escolha a hospedagem dedicada.</p>
<p><strong>Armazenar Bases de Dados</strong></p>
<p>A hospedagem dedicada fornece uma quantidade sem precedentes de  espaço de armazenamento para bancos de dados que pode ser a vida de seus  web sites. Mesmo que você já tenha outros planos de hospedagem, você  pode utilizar o hosting dedicado para armazenar os backups, e até mesmo  fazer um backup do HD de seu computador para o servidor.</p>
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		<title>WordPress Meetup reúne usuários do CMS mais popular do mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 21:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Reunir blogueiros, programadores, web designers, profissionais de SEO e pessoas interessadas em WordPress para discutir, aprender e ensinar sobre o  sistema de gerenciamento de sites mais popular do mundo. Este é principal objetivo do 1º WordPress Meetup, que acontece no dia 5 de fevereiro (Sábado) no auditório do Instituto Infnet, na cidade do Rio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reunir blogueiros, programadores, web designers, profissionais de SEO  e pessoas interessadas em WordPress para discutir, aprender e ensinar  sobre o  sistema de gerenciamento de sites mais popular do mundo. Este é  principal objetivo do 1º WordPress Meetup, que acontece no dia 5 de  fevereiro (Sábado) no auditório do Instituto Infnet, na cidade do Rio de  Janeiro. Seminários como WordPress Meetup ajudam a dar mais  consistência ao uso do CMS (sigla de Content Management System).</p>
<p>O evento terá palestras e minicursos para os usuários da plataforma tirarem o máximo do WordPress. Entre os palestrantes estão <strong>Cristiano Santos, Richard Barros, Gustavo Bordoni e Ramon Bispo. </strong>Quem se interessar em ir para o evento pode ver mais detalhes neste endereço: <a href="http://wp-brasil.org/novidades/i-wordpress-meetup-rio-de-janeiro">http://wp-brasil.org/novidades/i-wordpress-meetup-rio-de-janeiro</a> ou no Twitter oficial do I WordPress Meetup: <a href="http://twitter.com/WPMeetupRJ">http://twitter.com/WPMeetupRJ</a>.</p>
<p><strong><img title="WordPress e Rio de Janeiro: um verão web 2.0 completo!" src="http://dicasdehospedagem.com/wp-content/uploads/2011/02/wpmt-ft.jpg" alt="" width="600" height="369" /><br />
</strong></p>
<p><strong>Vantagens de usar o WordPress como CMS</strong></p>
<p>O WordPress é tão popular que sites como o da Microsoft, Adobe e Globo usam a ferramenta.  Com a autoridade de um usuário,  vamos apresentar na postagem de hoje quais são as principais vantagens  de utilizar o WordPress como CMS.</p>
<p>Não é por acaso que o WordPress é o CMS mais popular do mundo.  Afinal, trata-se de um dos sistemas de gerenciamento de conteúdo mais  simples e também com maior número de plugins. As vantagens de usar o  WordPress como CMS não param por aí. Também é o melhor CMS para SEO (já  que tem muitos plugins para a atividade). Vamos falar de destas  vantagens do WordPress, uma por uma.</p>
<p><strong>Simplicidade: </strong>Comparado  com outros sistemas de gerenciamento de conteúdo, como Joomla e Plone, o  WordPress é extremamente simples de utilizar. Se você não quer ficar  perdendo muito tempo na construção de um site ou blog, não é preciso  configurar quase nada com este CMS. É só escolher os tema de sua  preferência e sair escrevendo. Tudo muito simples.</p>
<p><strong>Grande número de plugins: </strong>Usar  um CMS com código aberto e popular como o WordPress proporciona grandes  vantagens em relação aos concorrentes. Como qualquer pessoa pode criar  alguma ferramenta para WordPress, a comunidade de usuários da plataforma  tem quase tudo o que você precisa para seu site. Se quiser conferir  alguns plugins para WordPress, visite este site: <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/">http://wordpress.org/extend/plugins/</a>.</p>
<p><strong>SEO: </strong>Uma  coisa é consequência das outras. Por ser um sistema simples e por ter  grande número de plugins para otimização de sites, o WordPress é  disparada a melhor opção de CMS para SEO. Entre os principais plugins  para SEO estão o All In One SEO Pack e Platinum SEO Pack.  Além disso, no WordPress há ferramentas para colocar artigos  relacionados, sitemaps e outras atividades que ajudam na hora da  otimização do site.</p>
<p>Estas foram apenas três das inúmeras vantagens do WordPress como CMS.  Não é à toa que são criados eventos especiais para discutir a  ferramenta. Tal como o WordPress Meetup.</p>
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		<title>Será que vale a pena usar um DPN personalizado no seu site?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 21:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos momentos que mais merecem atenção na hora da construção de um site é a escolha do nome do domínio. Afinal, o domínio do site é a porta de entrada para a sua página de internet. Há de se pensar em um nome que caracterize muito bem o que você faz e que ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos momentos que mais merecem atenção na hora da construção de um  site é a escolha do nome do domínio. Afinal, o domínio do site é a porta  de entrada para a sua página de internet. Há de se pensar em um nome  que caracterize muito bem o que você faz e que ao mesmo tempo seja fácil  de memorizar. É aí que começa um dilema para muitas pessoas que estão  construindo um site.</p>
<p>Quando criam um site, muitos profissionais acabam utilizando estas  extensões de domínios personalizadas com a ilusão de que estão  caracterizando melhor a página da internet. Por exemplo, um dentista que  resolve colocar um site com o final “odo.br” (referente a profissão) ou  uma agência de turismo que coloca o domínio da internet com a extensão  “tur.br” (referente à área de atuação). Apesar de domínios assim terem  uma identificação com a área de atuação, <strong>não vale a pena investir em uma DPN personalizada</strong>.</p>
<p>O principal motivo é a memorização do site pelos usuários. Já se  tornou senso comum na internet que as páginas da web sempre terminem com  as extensões “.com”, “com.br” (ou as de seus respectivos países) e mais  raramente “.net” e “.org”. Vai ser mais difícil para você passar o  endereço de seu site ao seu público alvo se ele estiver com extensões de  domínio menos usuais, já que a “ideia do .com.br” está incutida na  cabeça do público.</p>
<p>O uso de uma extensão de domínio incomum pode fazer você perder  algumas visitas preciosas, visto que algumas pesquisas são feitas com a  utilização do “.com.br” ou do “.com” direto na barra de ferramentas. A  ideia de que a extensão de site sempre é uma das mais tradicionais faz  alguns usuários (normalmente menos familiares com a internet) agirem  assim. Claro que esta perda de visitas sempre resulta em perda de  dinheiro. Por isso, não esqueça que o ideal é sempre registrar o domínio  com DPNs mais tradicionais.</p>
<p><img title="Extensões de domínios mais comuns" src="http://dicasdehospedagem.com/wp-content/uploads/2011/01/extensoes-de-dominios.gif" alt="" width="603" height="376" /></p>
<p>O fator de popularidade do “ponto-com” ainda é um grande atrativo na hora de registrar um domínio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mas e se o domínio que eu queria já está registrado? </strong></p>
<p>Uma das maiores razões que faz algumas pessoas optarem por extensões  de domínio fora das usuais é que o domínio que desejado já foi  registrado por outra pessoa no “.com.br”. Quando isto acontece, o  registro.br sempre dá inúmeras sugestões de extensões com domínios  personalizados e o mesmo nome sugerido. Você deve simplesmente ignorar  estas sugestões. Não se esqueça de que mais vale registrar um domínio  com um nome diferente (mas parecido) com o da ideia inicial do site que  um “.agr.br”, “far.br”, “ind.br” ou outros destes tipos de DPNs menos  usuais.</p>
<p>Você já registrou um domínio com uma extensão de domínio não usual? Conte sua experiência nos comentários.</p>
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		<title>Desvende os mitos das baterias para notebooks</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 03:14:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Baterias]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mitos]]></category>
		<category><![CDATA[Notebook]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba o que é verdade e o que é mito sobre como cuidar da bateria do seu notebook. Salvo exceções, a primeira peça do seu notebook que precisará ser trocada é a bateria. Muitas vezes, a sua vida útil é reduzida por falta de conhecimentos do usuário. Confira alguns conselhos e orientações para que sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiba o que é verdade e o que é mito sobre <strong>como cuidar da bateria do seu notebook</strong>.  Salvo exceções, a primeira peça do seu notebook que precisará ser  trocada é a bateria. Muitas vezes, a sua vida útil é reduzida por <strong>falta de conhecimentos do usuário</strong>. Confira alguns conselhos e orientações para que sua bateria não o deixe na mão.</p>
<p>Primeiramente, verifique se o seu notebook utiliza bateria de <strong>lithium</strong>. As baterias de <strong>lithium</strong> são mais avançadas que as antigas a base de chumbo ou níquel, mais  leves, armazenam mais energia e retém carga por mais tempo. Além disso,  elas não apresentam <strong>“Efeito Memória”</strong>, ou seja, podem ser carregadas antes de serem totalmente descarregadas.</p>
<p>As baterias são feitas para durar entre <strong>300</strong> e <strong>500</strong> ciclos ou algo entre <strong>2 e 3 anos de uso</strong>. O ciclo da bateria é medido pelo tempo de carga suficiente, que representa <strong>100% de uso</strong>. Se você der uma descarga completa da bateria, foi um ciclo. Se você fizer cinco descargas de <strong>20%</strong>, ele também consome um ciclo. Por esse motivo, <strong>não há problema se você deixar o notebook ligado na tomada</strong>,  ou utilizá-lo com poucas sequências, isso, na verdade, irá prolongar a  vida útil da bateria.  É melhor  que esperar descarregar 100% para  carregar novamente.</p>
<p>Mesmo baterias de lithium que não tenham <strong>Efeito Memória</strong>, perdem efeito à medida que o tempo vai passando. Estima-se que a cada ano <strong>20%</strong> de seu poder seja perdido. Portanto, <strong>verifique a data de fabricação da bateria</strong> antes comprar.</p>
<p>As baterias de <strong>lithium</strong> atuais trazem um  microprocessador, um chip interno que guarda as informações referentes  às descargas e recargas efetuadas, um log de sua vida útil. Esse chip  tem um consumo de <strong>5%</strong> mais ou menos ao mês, devido a temperatura e outras coisas. Nas baterias anteriores essa perda chegava a <strong>20%</strong>. Por isso, ao guardar a bateria por um longo período, deixe uma <strong>carga de aproximadamente 40 a 60% da sua capacidade</strong>.</p>
<p>A carga inicial ideal seria de <strong>12 horas</strong>. Esse tempo de carga seria suficiente para que aquele material eletroquímico fique completo.</p>
<p>Quando você utiliza a <strong>fonte (AC)</strong> você não está queimando ciclos da bateria, mas está gerando um calor muito grande, então é aconselhável que você <strong>retire a bateria para evitar danos</strong>.</p>
<p><strong>Baixa agora um programa que mede a vida útil da bateria, temperatura da CPU, voltagem do processador e muito mais. <a href="http://superdownloads.uol.com.br/download/13/notebook-hardware-control" target="_blank">Clique aqui.</a></strong></p>
<p>Fonte: Olhar Digital<strong><br />
</strong></p>
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		<title>Saiba o que fazer depois do vazamento de senhas</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 03:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Senhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos dias, foi noticiado o vazamento de senhas de usuários de webmail. Além de afetar cerca de 10 mil contas de usuários MSN, Windows Live e Hotmail, o vazamento pode ter atingido outros 20 mil e-mails do Gmail, Yahoo, AOL, Comcast e Earth Link. E se a sua conta estiver entre as que foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos dias, foi noticiado o <strong>vazamento de senhas de usuários de webmail</strong>. Além de afetar cerca de 10 mil contas de usuários <strong>MSN</strong>, <strong>Windows Live</strong> e <strong>Hotmail</strong>, o vazamento pode ter atingido outros 20 mil e-mails do <strong>Gmail</strong>, <strong>Yahoo</strong>, <strong>AOL</strong>, <strong>Comcast</strong> e <strong>Earth Link</strong>. E se a sua conta estiver entre as que foram violadas?</p>
<p>Uma ação efetiva contra este tipo de violação é a <strong>troca constante de sua senha</strong>. Tente criar uma <strong>senha forte</strong>, que misture números, letras, símbolos e que tenha, no mínimo, <strong>oito caracteres</strong>.  Quanto mais longa a senha e mais caracteres do teclado você utilizar,  mais forte ela será. Evite utilizar datas comuns, números de documentos.  Alguns serviços de webmail analisam a senha automaticamente quando ela é  criada para que você saiba seu <strong>nível de segurança</strong>.</p>
<p>As empresas, cientes das falhas, também estão se empenhando para <strong>proteger a segurança de seus usuários</strong>. Mas estes precisam criar a <strong>cultura de se proteger</strong>.  É recomendável que você nunca responda a e-mails que solicitem  informações pessoais ou financeiras, não clique em links dessas  mensagens, tenha cuidado ao abrir mensagens não solicitadas com anexos e  sempre desconfie de janelas pop-up e promessas de ganho fácil. É  importante também sempre manter o <strong>antivírus</strong> <strong>e</strong> <strong>firewall ativados e atualizados</strong>.</p>
<p>Em caso de dúvida sobre a veracidade da mensagem, o usuário deve  contratar por telefone a empresa que supostamente enviou o e-mail para  checar a informação. Um canal para denúncias de fraudes na internet é o <strong>Comitê Gestor de Internet (CGI)</strong>, que orienta os internautas. Então, fique atento e proteja-se!</p>
<p>Fonte: Uol.com.br</p>
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